E assim estava eu, sentado naquele banco, com os sentidos entorpecidos, a pensar no porquê de ter preferido acreditar mais uma vez, em mais uma pessoa. Devia ter ouvido a outra voz, a que gritava para eu parar e não me envolver mais, que aquilo só ia dar cabo de mim. E deu. Claro, vivemos nesta sociedade hipócrita, de aparências, ilusões, todos sabem o que é certo, todos têm a coisa perfeita para dizer (ou copiar), mas poucos se guiam pelos princípios que espalham pelos seus murais no facebook . Dizem que o que querem é bastante simples, surge-lhes sem mérito tudo o que diziam querer, e preferem cuspir essa possibilidade, nahh , para quê?! É melhor fazer-se de vítima e dizer que não tem sorte nenhuma ao amor, ou então convencer-se de que não é o momento certo porque acha que quando for o suposto momento certo vai incidir uma luz do céu em alguém, e umas setas iluminadas à sua volta a apontar para essa pessoa. Armam-se todas em Sherlockas e acham que sabem fazer deduções, e antes ...